Os 7 erros mais comuns na hora de comprar um barco


Comprar um barco pode ser um momento de muita satisfação para quem está pronto para se aventurar em mar ou em água doce. Contudo, se você não ficar atento aos possíveis erros que pode cometer nessa aquisição, a sensação de liberdade e vento nos cabelos pode se transformar em uma bela dor de cabeça, e a única satisfação que você terá será na hora de vender a embarcação.

Mas fique tranquilo: para evitar que você cometa estes equívocos, a M1 Yachts selecionou alguns dos erros mais comuns – e o que você deve fazer para contorná-los.

Quais os erros mais comuns na hora de comprar um barco?

1) Não conhecer as particularidades e indicações dos diferentes tipos de barco

Você sabe, por exemplo, a diferença entre barco e lancha? Na verdade, a lancha é um tipo de barco, mas não saber o que cada modelo de embarcação oferece e quais são seus usos é um dos primeiros erros que se comete na hora da compra. Afinal, você tem que adaptar seu barco aos seus objetivos. Se você quer um barco exclusivamente para lazer, por exemplo, talvez uma embarcação para pesca ou um veleiro, que requerem mais conhecimento técnico, não sejam o ideal para você. O tamanho também é importante: você pretende utilizar o barco sozinho? Com amigos? Tudo isso precisa ser levado em consideração, para que não falte ou sobre espaço para você e seus convidados.

2) Não visitar o estaleiro na hora de comprar o barco

Muitas empresas podem ter um bom papo na hora de fazer a venda do barco, mas há casos em que a embarcação é entregue com muito atraso, ou simplesmente não é entregue. Para reduzir o risco de que isso aconteça, é imprescindível que você conheça a empresa para quem está fazendo o pedido. Às vezes, numa simples visita, é possível saber se o estaleiro tem um posicionamento profissional ou não. Se tiver, é um indício para você fechar negócio.

3) Achar que o mais barato é o melhor negócio

Em se tratando de barcos, vale o velho ditado: o barato sai caro. Por isso, pense bem antes de comprar um barco usado ou de segunda mão: ele pode acabar custando muito devido a problemas que não são relatados ou descobertos na hora da compra. Além disso, reformas tomam tempo e às vezes custam mais do que você imagina.

4) Não levar em conta os custos relacionados ao barco

Para ter um barco e mantê-lo em bom estado, não basta você comprá-lo: é preciso pensar em toda a estrutura e gastos relacionados a ele. Por exemplo, você precisará guardar seu barco em algum lugar. Dependendo do tamanho da sua casa e do sua embarcação, ela pode ser grande demais para ficar armazenada na sua residência, então você precisa pensar em onde vai guardá-la.

Segundo matéria da revista Exame, o valor do aluguel de uma vaga em uma marina custa a partir de 460 reais por mês, e tem uma média de 690 reais mensais. Já os valores de manutenção podem variar entre mil e 2,5 mil reais por ano, e o gasto do combustível é de mais ou menos 20 litros por hora utilizada. Além disso, há os gastos adicionais dos acessórios que podem ser colocados no barco, como televisão, gerador elétrico, aquecedor de chuveiro, micro-ondas, fogão, ar-condicionado, que costumam girar entre 20% a 50% do valor da compra.

5) Não fazer a habilitação

Como qualquer outro meio de transporte com motor, um barco precisa de habilitação para ser dirigido. Pode parecer óbvio, mas muita gente não pensa nisso. Para poder pilotar o seu, você precisa tirar uma habilitação pela Capitania dos Portos do estado onde irá dirigir seu barco. A inscrição para o teste custa 40 reais. Além disso, para receber a permissão você precisa de um determinado número de horas de navegação, que variam de acordo com o nível de habilitação que você quer (são cinco). Para obter essas horas, você pode fazer cursos, cujos custos variam entre 300 e 800 reais.

6) Não deixar a documentação do barco em dia

Assim como um carro, uma embarcação precisa de uma série de documentos, que necessitam estar sempre em dia para evitar problemas para os proprietários. A nova posse de um barco deve ser informada à Capitania dos Portos, que cobra 30 reais pela inscrição da embarcação. Caso o barco seja novo, há também o Documento Provisório de Propriedade, que fica com o proprietário até que o Título de Inscrição esteja pronto. O documento provisório custa 80 reais.

7) Esquecer do seguro

Se o seguro morreu de velho, o melhor é contar com ele. Seguradoras costumam cobrar de 0,5% a 1% do valor da embarcação, e cobrem o valor integral do barco em casos de sinistros. O seguro serve também para outros incidentes que prejudiquem a estrutura do barco, desde que sejam causados por fatores externos. A manutenção corretiva também é coberta pela seguradora.

E você, já cometeu algum desses erros? Quais outros já aconteceram com você? Conte para nós! E se quiser saber mais sobre roteiros de barcos, baixe agora gratuitamente nosso Guia de Roteiros Náuticos!

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